domingo, 26 de setembro de 2010

A vida é um filme

Sempre que escuto Ennio Morricone me lembro de Era uma vez na América. A trilha é suave e doce como a infância. Já o filme tem um roteiro que exibe a vida marginal, cheia de festas, roubos, estupros e tudo muito bem narrado nas décadas de vida de seus personagens. Felizmente o mundo não se resume a um nicho de pessoas. Todos os dias saem de casa aqueles que escolheram o caminho mais duro para atingir seus objetivos.
A doce Débora, que é violentada pelo gangster David Aaronson (Robert De Niro), poderia ser a única personagem da trama do lado do bem, mas...
De Niro envelhece durante o filme, e no resumo final, é fácil notar que ele perdeu algo. Algo que nunca se recupera. O preço a ser pago por escolhas erradas, as vezes é muito alto.

Se você quer entender porque eu me curvaria em um cumprimento oriental ao Ennio Morricone, ouça isso:



Já tinha postado... Mas fui seguir os vídeos relacionados a esse ai...

Descubro que esse Polar Music Prize é coisa fina, e os patronos de 2010 foram Ennio Morricone e Björk.

E se tem interpretação de um clássico do Ennio é claro que tem da islandesa:

Robyn - Hyperballad (Björk Cover)
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