segunda-feira, 6 de novembro de 2006

Einstein e a Religião

Eu nem sabia, mas meu modo de ver a "vida" também era compartilhado por Einstein.
Como eu, ele era meio Anarquista, e apesar de crer em algo "superior" tinha suas dúvidas, sabia que não teria respostas, e apesar de respeitar as religiões, sabia que maior parte do cunho religioso moderno é baseado em política e poder.

O texto abaixo foi retirado do site: http://www.ippb.org.br

Numa oportunidade em que lhe pediram para definir Deus, Einstein disse: “Não sou ateu, e não creio que possa me chamar panteísta. Estamos na situação de uma criancinha que entra em uma imensa biblioteca, repleta de livros em muitas línguas. A criança sabe que alguém deve ter escrito aqueles livros, mas não sabe como. Não compreende as línguas em que foram escritos. Tem uma pálida suspeita de que a disposição dos livros obedece a uma ordem misteriosa, mas não sabe qual ela é. Essa, ao que me parece, é a atitude até mesmo do mais inteligente dos seres humanos diante de Deus. Vemos o Universo, maravilhosamente disposto e obedecendo a certas leis, mas temos apenas uma pálida compreensão delas. Nossa mente limitada capta a força misteriosa que move as constelações. Sou fascinado pelo panteísmo de Espinosa, mas admiro ainda mais sua contribuição para o pensamento moderno, por ele ter sido o primeiro filósofo a lidar com a alma e o corpo como uma coisa só, e não como duas coisas separadas”.

Outro link legal:
http://www.saindodamatrix.com.br/archives/2005/05/einstein.html














Esse é o meu próximo livro:
http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&ProdTypeId=1&ProdId=199560&ST=SE

Em inglês o título muda um pouco, mas vamos torcer para a tradução não ter manipulado a obra do seu autor, Max Jammer.

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