O Carlos Cardoso lembrou do aniversário do Carl Sagan. E isso me fez requentar o texto abaixo, que publiquei em 8/10/2005 - Contato - Carl Sagan. Quando procurei no blog por "Carl Sagan", outro post apareceu, e esse, é um dos mais ferrados já registrados. Foi em 24/09/2008 - Que ele esteja com todos nós.
Vai por mim, assista Contato, Cosmos e ame as pessoas, de verdade.
Contato - Carl Sagan
Assisti pela sexta vez o filme Contato do diretor Robert Zemeckis, baseado no livro de mesmo nome, escrito por Carl Sagan, que para pessoas da minha idade dispensa apresentações, mas para os nascidos nos anos 80 vale falar de alguns feitos do astrônomo e biólogo que é considerado um dos maiores incentivadores da popularização da ciência. Ele criou, dirigiu e apresentou o seriado Cosmos, que além de fazer muito sucesso em todo o mundo, levou jovens a ingressar no mundo da astronomia e outras ciências.
Carl Sagan também é um dos fundadores do projeto SETI - Search for Extra-Terrestrial Intelligence (Busca de Inteligência extraterrestre). Uma fundação que vare os céus a procura de vida, e que chamou a atenção ao criar uma nova forma de inserir pessoas comuns na pesquisa. Eles usam um programa que pode ser instalado em qualquer computador, e enquanto o usuário estiver sem fazer nada na maquina, ela “empresta” o poder computacional para o SETI, assim o projeto já conta com um dos maiores supercomputadores “paralelos” do mundo. http://setiathome.ssl.berkeley.edu/
Carl tinha paixão em ensinar e deixar dúvidas no ar. Uma coisa que muitos já deviam ter colocado na cabeça é que só existem respostas simples, por mais complexa que sejam. Tudo no universo muda, mesmo que não enxerguemos.
Carl Sagan morreu aos 62 anos, não chegou a ver o filme Contato finalizado, mas participou de boa parte da formatação do filme.
Como tudo que envolve ciência e religião, o filme é polêmico para os céticos. Alguns tem a visão de que o filme distorce o livro. Mas o filme deve ser visto com maior atenção e com a alma desarmada (Já tem cético querendo me matar).
Uma das tiradas do filme é genial, a Dra. Arroway (Jodie Foster) é interrogada pelo teólogo Palmer Joss (Matthew McConaughey) sobre a existência de Deus. Ela usa um princípio atribuído ao lógico inglês do século XIV, William de Ockham, “A Navalha de Occam”, que hoje em dia se enuncia: Se há várias explicações igualmente válidas para um fato, então devemos escolher a mais simples.
Palmer revida:
_ Você ama seu pai ? (O pai da Dr. Arroway morreu quando ela tinha 9 anos)
_ Amo muito!
_ Prove!
O mais curioso é que Carl Segan é idolatrado por céticos e ateus. Mas como pode um cientista, sério e renomado, vez por outra colocar dúvidas sobre um ser superior em seus livros?
Se é algo sumariamente inexistente, presente simplesmente em nosso imaginário furtivo, como Carl Sagan se preocupou em gerar essa polêmica exatamente no seu derradeiro livro?
No filme existem toques de pura sutileza. Na viagem que a Dr. Arroway faz na maquina que a transportaria para a estrela Vega, ela passa por túneis de luzes e energia. Em certo momento a uma aceleração, e ela fica atônita. Ela fala tentando comunicação com a terra, e diz palavras secas e totalmente voltadas a passar a informação técnica, mas ao mesmo tempo uma imagem da própria doutora se desloca do seu corpo, e como se fosse seu “eu” interno, ela fala: Meu Deus!
O curioso do filme é imaginar que existem muitas pessoas que pensam como eu, e podem ser encaixadas no perfil de agnóstico.
Sei que existe algo “superior”, mas não tenho como provar.
Sei que o ser humano precisa de crenças e mitos, isso vem dos nossos ancestrais que tinham muito pouco miolo.
Acho que somos os seres mais complexos e estúpidos do universo, mas ricos em sentimentos e energias.
Carl Sagan tirou sua duvida aos 62 anos, mas só ele sabe a verdade. Simplesmente evaporou e virou adubo (um fim cruel para tamanha inteligência) ou está agora conjecturando com um cara de roupa branca e cabelos longos e grisalhos :-D
Seja qual for sua tese sobre a vida, assista Contato. Desarmado... em paz.
Esqueça os efeitos especiais, se prenda ao texto e aos dilemas, você verá que o mundo é mais complexo que todas as galáxias juntas.
Para encerrar a noite do domingo, assisti novamente Peixe Grande de Tim Burton.
Imagine que você é um enólogo, esses dois filmes devem corresponder a 2 garrafas de vinho de tirar o fôlego.
Se esse blog for lido por 1000 pessoas, 100 chegarem até o final do texto, 10 ficarem na dúvida, e 1 tiver coragem de assistir esses filmes e repensarem sobre a vida, eu sei que minha estadia aqui nesse planeta não foi em vão.
Assisti pela sexta vez o filme Contato do diretor Robert Zemeckis, baseado no livro de mesmo nome, escrito por Carl Sagan, que para pessoas da minha idade dispensa apresentações, mas para os nascidos nos anos 80 vale falar de alguns feitos do astrônomo e biólogo que é considerado um dos maiores incentivadores da popularização da ciência. Ele criou, dirigiu e apresentou o seriado Cosmos, que além de fazer muito sucesso em todo o mundo, levou jovens a ingressar no mundo da astronomia e outras ciências.
Carl Sagan também é um dos fundadores do projeto SETI - Search for Extra-Terrestrial Intelligence (Busca de Inteligência extraterrestre). Uma fundação que vare os céus a procura de vida, e que chamou a atenção ao criar uma nova forma de inserir pessoas comuns na pesquisa. Eles usam um programa que pode ser instalado em qualquer computador, e enquanto o usuário estiver sem fazer nada na maquina, ela “empresta” o poder computacional para o SETI, assim o projeto já conta com um dos maiores supercomputadores “paralelos” do mundo. http://setiathome.ssl.berkeley.edu/
Carl tinha paixão em ensinar e deixar dúvidas no ar. Uma coisa que muitos já deviam ter colocado na cabeça é que só existem respostas simples, por mais complexa que sejam. Tudo no universo muda, mesmo que não enxerguemos.
Carl Sagan morreu aos 62 anos, não chegou a ver o filme Contato finalizado, mas participou de boa parte da formatação do filme.
Como tudo que envolve ciência e religião, o filme é polêmico para os céticos. Alguns tem a visão de que o filme distorce o livro. Mas o filme deve ser visto com maior atenção e com a alma desarmada (Já tem cético querendo me matar).
Uma das tiradas do filme é genial, a Dra. Arroway (Jodie Foster) é interrogada pelo teólogo Palmer Joss (Matthew McConaughey) sobre a existência de Deus. Ela usa um princípio atribuído ao lógico inglês do século XIV, William de Ockham, “A Navalha de Occam”, que hoje em dia se enuncia: Se há várias explicações igualmente válidas para um fato, então devemos escolher a mais simples. Palmer revida: _ Você ama seu pai ? (O pai da Dr. Arroway morreu quando ela tinha 9 anos) _ Amo muito! _ Prove!
O mais curioso é que Carl Segan é idolatrado por céticos e ateus. Mas como pode um cientista, sério e renomado, vez por outra colocar dúvidas sobre um ser superior em seus livros? Se é algo sumariamente inexistente, presente simplesmente em nosso imaginário furtivo, como Carl Sagan se preocupou em gerar essa polêmica exatamente no seu derradeiro livro?
No filme existem toques de pura sutileza. Na viagem que a Dr. Arroway faz na maquina que a transportaria para a estrela Vega, ela passa por túneis de luzes e energia. Em certo momento a uma aceleração, e ela fica atônita. Ela fala tentando comunicação com a terra, e diz palavras secas e totalmente voltadas a passar a informação técnica, mas ao mesmo tempo uma imagem da própria doutora se desloca do seu corpo, e como se fosse seu “eu” interno, ela fala: Meu Deus! O curioso do filme é imaginar que existem muitas pessoas que pensam como eu, e podem ser encaixadas no perfil de agnóstico.
Sei que existe algo “superior”, mas não tenho como provar. Sei que o ser humano precisa de crenças e mitos, isso vem dos nossos ancestrais que tinham muito pouco miolo. Acho que somos os seres mais complexos e estúpidos do universo, mas ricos em sentimentos e energias.
Carl Sagan tirou sua duvida aos 62 anos, mas só ele sabe a verdade. Simplesmente evaporou e virou adubo (um fim cruel para tamanha inteligência) ou está agora conjecturando com um cara de roupa branca e cabelos longos e grisalhos :-D
Seja qual for sua tese sobre a vida, assista Contato. Desarmado... em paz. Esqueça os efeitos especiais, se prenda ao texto e aos dilemas, você verá que o mundo é mais complexo que todas as galáxias juntas.
Para encerrar a noite do domingo, assisti novamente Peixe Grande de Tim Burton. Imagine que você é um enólogo, esses dois filmes devem corresponder a 2 garrafas de vinho de tirar o fôlego.
Se esse blog for lido por 1000 pessoas, 100 chegarem até o final do texto, 10 ficarem na dúvida, e 1 tiver coragem de assistir esses filmes e repensarem sobre a vida, eu sei que minha estadia aqui nesse planeta não foi em vão.
Vi uma referência sobre esse vídeo neste blog. Descobri que a menina se chama Severn Cullis-Suzuki. Para minha grata surpresa essa descoberta me ajudou a relembrar sobre o pai dela, David Suzuki, que é para mim o Jacques Cousteau de verdade [Jacques Cousteau na vida real era uma péssima refêrencia como ser humano digno]. Dr. David Suzuki é a maior celebridade do mundo televisivo quando o assunto é meio ambiente.
O que esse cidadão mais me marcou foi sua forma de apresentar um assunto. Eles sempre mostra os dois ou mais lados de uma história, cabe ao telespectador criar sua opinião. Até hoje me pergunto como um camarada com tantas patentes na carreira, tanta intelectualidade conseguiu fazer algo para pessoas de alto nível se tornar tão popular?
Hoje nossos filhos são orfãos de cientistas como David Suzuki, Carl Sagan e até o velho persona non grata do Jacques Cousteau [RIP].
E tem gente achando que o mundo está melhorando...
A idéia era postar o vídeo original do Skank, mas é bloqueado. Melhor, menos risco de você ir ler os comentários do youtube e ficar querendo que os Maias estejam certos e que essa joça de mundo evapore.
Falando em fim do mundo, fazia tempo que eu não ria com humor negro. O roteiro é trash, cenas trash, e mesmo rolando um sacrilégio básico, reina aquilo de que "ainda" existe esperança. Só que, isso de garçonete piranha como mãe do salvador já tá ficando batido demais. Esse é mais um dos pontos fracos dos grotescos e agitadores, eles são repetitivos demais. Pelo menos o filme não chega ao ponto de ser uma novela da Globo onde os atores ficam falando sozinhos tentando explicar a "difícil" trama.
Legion - Trailler 2010
Se eu tivesse tempo iria falar novamente sobre Contato do Carl Sagan, mas quem disse que tenho paciência para salvar alguém?
Never let me down again... (Não é o Depeche Mode) :)
Não me perguntem porque coloquei essa versão de vídeo caseiro de um cover, eu realmente não sei.
Se você não conhece essa língua, eu te digo qual é... Minion.
Ainda não sabe? Olha ai no vídeo abaixo...
Atenção, se você estiver vendo isso no trabalho, não deixe absolutamente nenhum colega ver, ou será um caos.
São 3:48h. (Dia 23)
Fazem 30 minutos que cheguei em casa.
Depois do banho e pronto para ir dormir...
... Achei que deveria escrever.
Não! Eu gostaria de gritar.
Não! Eu gostaria na verdade de ser um ser superior, um alien, um deus, e conectar meus pensamentos com todas as mentes que nessa hora estão curtindo seus próprios R.E.M.
Mas isso é só um devaneio.
Adoraria que o maior número de pessoas pudessem ver tudo que eu já vi. Sentir tudo que já senti e pisar toda a areia de praias que já pisei.
Nossa! Há quanto tempo eu não me lembrava daquele meu primeiro computador. Meu querido Amiga 500. Desmontado por completo já no primeiro dia.
Como eu achava estúpido o circulo fechado que era o conhecimento naqueles dias.
Ninguém compartilhava sequer um macete de simples atalhos do teclado.
Sempre adorei dividir. Seja o que for.
Nunca consegui reter nada.
Se estou feliz divido, mas se estou triste eu guardo, na certeza desconcertante de que existirão melhores oportunidades e sentimentos a compartilhar.
No decorrer da caminhada consegui dar e receber infinitas dicas sobre quase tudo na vida. Afinal, é muito fácil filosofar sobre problemas alheios, sobre a vida de terceiros, ou melhor, dar palpites em algo que você nunca passou, ou se passou, garanto que tem um peso/importância sempre diferente para cada individuo.
Não é nada fácil ser contra o sistema.
Quando tecnologia era algo para poucos, compartilhar informação era considerado inaceitável, no máximo permitido para aqueles que escreviam livros.
Viajando pelo país, mostrando o que tinha aprendido com grande prazer, devorando livros e revistas especializadas (boa parte importadas e isso tomava todas as minhas economias), desmontando e montando equipamentos sofisticados e caros, descobri que existe uma grande diferença entre viver e levar a vida.
É difícil de acreditar, mas sempre fiz tudo com paixão. Desde girar uma manivela para fabricar molas usadas em placas de auto-forno, até criar sofisticados sistemas de multimídia (Criei o primeiro quiosque multimídia com touchscreen do país e o primeiro site comercial do NE).
Por diversas razões, sempre acreditei que o conhecimento é livre. Que qualquer pessoa poderia aprender engenharia civil mesmo sem ir um dia sequer a uma faculdade. Isso pode parecer loucura, mas no fundo todos sabem que é possível.
Como autoditada, rebelde, anarquista e voraz devorador de conhecimento, terminei esquecendo da visão no mundo, da matrix e de como temos que nos portar com ela.
Nunca fui de acompanhar manadas, por outro lado nunca quis pastorar rebanhos. Só queria viver e deixar viver. Porém, o mundo é feito de manadas, de pastores, e eles simplesmente não costumam aceitar quem foge do que é fácil de ser rotulado.
Imagine o que é implantar soluções de tecnologia em centros acadêmicos, ou desenhar projetos para equipes de TI que possuem alguns doutores renomados na mesa de reunião. As pessoas dessa manada, não aceitam isso. Ou você tem uma carteira lotada de certificações e canudos, ou não passa pela porta (Fiz infinitos cursos, e nem sequer os cursos de mergulho me preocupei em ter o certificado).
Como não estamos nos EUA, e eu não sou Bill Gates ou Steve Jobs, minha vida não tem sido fácil. Junte-se a tudo isso, uma barreira que não consigo quebrar. Não consigo trabalhar só por dinheiro. Tem que ter paixão. Pior ainda, não aceito regras de mercado como: preço baixo, destruir o concorrente, suborno, sonegação...
Eu sou um alien.
Mas sabe onde eu queria chegar com todo esse papo furado?
O amor!
O que sempre achei mais difícil de aceitar na nossa sociedade é como misturamos tanto amor e dinheiro. Adoro ir a São Paulo. É um orgasmo de cultura, culinária, e claro, badalação. Mas não existem amigos, só contatos (Claro, estou generalizando). Quantas vezes não me senti estúpido por sorrir mentalmente por um convite para um chopp. Nos cinco primeiros minutos de conversa regada a cervejas e petiscos, você já se sente um prisioneiro da CIA, sendo interrogado e tendo informações sugadas para alimentar um CRM sócio-financeiro que irá definir se você é um bom contato ou não. Mas eu só queria tomar chopp e com sorte criar um amigo.
Apesar de idealista e sonhador, sou racional e isso se deve a outra característica pessoal, o perfeccionismo.
Vou tirar mais ainda essa minha pele e revelar, sou irremediavelmente contra opressão. Acredito que todos merecem ser livres, e adoro apoiar as pessoas. Essa característica (somada a outras) me rendeu três separações.
Se aos 36 anos já fui casado por três vezes, nem preciso informar que perdi as contas de quantas empresas trabalhei.
O mais curioso é que adoro ouvir a opinião de terceiros sobre minha vida pessoal. Muitos se enfureceriam com isso, mas eu adoro. Normalmente é o melhor momento para se definir quem é sábio ou não. Os donos da verdade normalmente descrevem uma receita pronta, e na totalidade são os mais frustrados e infelizes. Tem aqueles que tem medo de fazer comentários. Existem os amigos verdadeiros que te apóiam até quando você está errado, e raramente aparecem os sábios, que falam pouco e com mínimas palavras fazem seu crânio chacoalhar como um terremoto. Pena que existem poucos desses.
Mas e o amor?
Sim, o amor.
Esse sentimento biológico e religioso que faz o sangue ser bombeado com mais força, e fazem dias cinzas tornarem-se azuis. Difícil descrever esse negócio, ainda mais quando acho que amei demais. Normalmente as pessoas imaginam amores perfeitos, infinitos e floridos, mas os prefiro como são na realidade, intempestivos, imprevisíveis e simplesmente livres.
A liberdade é o lema da minha vida, e nada me deixa mais livre que o mar e a música.
Lembrando o passado recente, me veio a cabeça tudo que me fez chegar aqui.
Dos 7 aos 13 anos achava que era um gênio e já havia começado dois dos meus vícios, desenho e música. Diria que foi nessa época que comecei a admirar sábios, e isso começa com o Carl Sagan em seu seriado Cosmos. No final dos anos 70 também escutava “Consertos para juventude”, algo inusitado para um garoto pobre e sem formação para isso.
Aos 14 ainda arrogante, já bebia quase que diariamente com um grupo de boêmios do trabalho, e conhecia todos os redutos alternativos relacionados a música. Incluindo lojas e sebos de discos que naquela época eram verdadeiras jóias de difícil acesso.
Aos 18 achava que já tinha muita experiência (e tinha mesmo), mas a arrogância era menos acentuada, mas ainda habitava aquela certeza de tudo. Aos 21, casado e com um filho o mundo tratou de ir apagando todas as formulas matemáticas previsíveis. Aos 26 já era possível se olhar do espelho e falar: -Você não sabe nada!
Isso foi o começo da libertação, um furacão evolutivo. Curiosamente foi o inicio de um período de muito sucesso, fartura e formação de idéias. Os últimos 5 ou 6 anos foram uma verdadeira tempestade com furacões e terremotos.
Poucas pessoas conseguem enxergar sua própria evolução (olha a arrogância pessoal ai novamente), e com a maturidade batendo na porta, e algumas biografias já lidas, vejo que continuo com energia, e concretizei boa parte dos sonhos mortais.
Descobri que...
Demagogia é uma palavra que não precisa estar no meu dicionário, e frustração é só uma sensação pertinente a coisas que não há como ter domínio, e elas sempre existirão, e isso é ótimo.
O amor está em tudo isso.
Em fazer do acordar um cerimonial a vida.
Em sorrir como retribuição ao dia ensolarado que eu tanto, tanto amo.
Sou o típico cara chato, com regras, com defeitos e por um excesso de segurança nunca preso a dilemas, que foi chamado de covarde por tecer o seguinte comentário:
“Não tenho certeza de nada, sempre deixo espaço para meus erros de conceitos/pensamentos. Adoro mudar de opinião.”
Covarde? Não! Eu não fico em cima do muro, pelo contrário. Mas tento me manter flexível, e aprender, com os erros e acertos.
Minha vida, minha ligação astral: a água, a luz e o som.
Esse texto que é na verdade um monólogo como a maioria do que escrevo, só existe porque tive inúmeros professores, inúmeros amigos, inúmeros contratempos e inúmeros sentimentos. Tudo começa com um casal, uma inebriante e fantástica viagem por dois corpos, nove meses envolto em água, e a primeira luz apertando seus olhos.
Aqui não tem correção ortográfica, foi escrito em 3 madrugadas, pode não ter sentido nenhum (para você), mas para quem escreveu serviu de diversão, e como marco de mais uma fase que está por vir.
Não me lembro de ter sentido tanta energia, tanta força e calma em toda minha vida.
E como não sou preso a conceitos, nem os meus próprios, acho que a primavera trouxe Deus aqui para perto de mim (Sou uma variação de Ateu e Deista), e veio pelo som de uma banda que eu respeito incondicionalmente. Um rock zen de fazer qualquer coração se abrir a luz do universo, algo que poucos conseguem sentir (mais arrogância).
Se você sabe o que é o amor, seja ele o tradicional químico/físico entre pares, ou o amor sem explicação que habita naquelas pessoas que abrem um sorriso que não precisa de explicação ou você é um felizardo cidadão religioso e ora por você e seus irmãos, todos, ouçam e conheçam as musicas do LIVE (As letras são simplesmente fantásticas).
Apesar do Blog não ter fins lucrativos (na verdade não tem finalidade nenhuma mesmo), e por isso não é jabá, vai ai a indicação onde você pode comprar a coletânea Awake, The best of Live do LIVE: Videolar.com (Procura em qualquer loja).
E que Deus abençoe a todos :D